Origem:
• Poucos são os registros das histórias das pessoas surdas na antiguidade e das que
tem, notável é o nível de dificuldade que existiu. Eram consideradas incapazes de
pensar e agir em alguns lugares. Embora em alguns lugares ocorreu isso, no antigo
Egito, a lenda diz que eles eram adorados, pois eram considerados mediadores
entre os deuses e os faraós. Na china eram sacrificados.
• Na idade média, os católicos perseguiam os surdos. Até de se casar eram proibidos
e alguns até suas próprias famílias sacrificavam alguns. Sua trajetória veio
melhorar com o fim da idade média e só melhorou um pouco, porque existiram
pessoas nobres com surdez, e para integrá-los à sociedade e não perderem seus
bens, buscavam um meio de socializa-los.
Avanços:
• Com o passar do tempo, foram desenvolvidas pesquisar. Cardano foi um dos que
desenvolveu pesquisar, pois tinha um filho surdo.
• Com estudos, o Padre Juan Pablo Bonet descobriu que a escrita não estava
relacionada à audição de palavras, então ele criou o alfabeto manual. Cada palavra
foi trocada por um símbolo visual. Entre os pesquisadores que se dedicavam aos
estudos sobre a surdez, alguns se interessavam em tal pelo fato de que as famílias
nobres pagavam fortunas para que os seus herdeiros com deficiência fossem
educados.
No Brasil:
• No Brasil, só em 1857 que foi fundada uma escola, sendo esta a primeira escola
para pessoas surdas no país. De início, era apenas para meninos, pois as meninas
não podiam frequentar esta escola.
• Após um congresso em Milão, houve uma nova proposta na educação baseada nos
Europeus. Neste momento, foi inserido o oralismo e foi proibido os usos dos sinais,
assim, amarrando as mãos dos surdos para que não o praticassem. Mesmo com
tudo isso, a língua de sinais continuou sendo a preferida entre eles.
Atualmente:
• Ainda há uma luta muito grande para fortalecer a língua de sinais como a primeira
língua dos surdos. Existem leis sobre o uso da Libras. Existem métodos
especializados para o seu uso
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